sexta-feira, 29 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Cadillac CTS - Eles já sabem fazer carros!
Pois... A Cadillac em particular, e os americanos em geral aprenderam a fazer carros!
Yupi!
Fora de brincadeiras, se este CTS 2014, cumprir na realidade o que promete no papel, os três grandes alemães vão ter problemas, mas problemas daqueles que nós consumidores gostamos!
O novo CTS segue o caminho do aperfeiçoamento, pegando no modelo anterior, limando algumas arestas e pufff temos um premium americano credível.
Maior que o anterior, o novo CTS consegue ser em média 90 kilos mais leve, e apresenta em todas as versões a suspensão magnetic ride.
O CTS Vsport terá um 3.6L V6 Biturbo, 420cv e 580 Nm, estarão disponíveis para já pelo menos mais dois motores a gasolina, um V6 NA de 3.6L que debita 321 cv e um 2.0L turbo de 272cv, sendo que a caixa de 8 automática está reservada aos RWD, e a auto de 6 apenas é usada nos AWD.
A nova versão do CTS vem equipada com todos os mimos que estão presentes na concorrência, cruise control com radar, assistência à travagem de emergência, entre outros.
Falta saber o que está reservado em termos de híbridos e diesel, para saber se será significante de facto, mas para já, tem promessa!
S5, A6 e E Klass, tenham medo... Muito medo!
Yupi!
Fora de brincadeiras, se este CTS 2014, cumprir na realidade o que promete no papel, os três grandes alemães vão ter problemas, mas problemas daqueles que nós consumidores gostamos!
O novo CTS segue o caminho do aperfeiçoamento, pegando no modelo anterior, limando algumas arestas e pufff temos um premium americano credível.
Maior que o anterior, o novo CTS consegue ser em média 90 kilos mais leve, e apresenta em todas as versões a suspensão magnetic ride.
O CTS Vsport terá um 3.6L V6 Biturbo, 420cv e 580 Nm, estarão disponíveis para já pelo menos mais dois motores a gasolina, um V6 NA de 3.6L que debita 321 cv e um 2.0L turbo de 272cv, sendo que a caixa de 8 automática está reservada aos RWD, e a auto de 6 apenas é usada nos AWD.
A nova versão do CTS vem equipada com todos os mimos que estão presentes na concorrência, cruise control com radar, assistência à travagem de emergência, entre outros.
Falta saber o que está reservado em termos de híbridos e diesel, para saber se será significante de facto, mas para já, tem promessa!
S5, A6 e E Klass, tenham medo... Muito medo!
Classicos do futuro - Lancia Thesis
Lancia Thesis...
O último topo de gama puramente Lancia.
A favor:
*Estética
*Conforto
*Inovação
Contra:
*Estética
*Pricing
*Eu não ter um
A controvérsia vem mesmo só de olhar para ele, é um carro que podia ser lançado hoje e isso diz muito, mais de dez anos após o seu lançamento!
É estranho, mas em termos de originalidade é imbatível, uma pedrada no charco que faz torcer o bigode a qualquer comprador dos habituais e enfadonhos alemães.
As mecânicas disponíveis são de bom nível, os 5 cilindros comprovados a diesel e gasolina, e os V6 (3.0 e 3.2) no topo da gama do Thesis.
É a altura para comprar um para guardar, apostar nos I5 2.0T e 2.4 NA, são mais fáceis e baratos de manter, mas aqueles V6...
Chevy Camaro Z28 - Ícone revisitado
Z28...
Esta conjugação tem tanto valor para os Chevy fans, como as siglas ///M, RS, AMG têm para as respetivas marcas europeias.
Estes carros passam por um regime R/T, road & track ou seja são mais focados para a performance, sacrificando um pouco a racionalidade.
Este carro, utiliza o venerável bloco/motor LS7 (7litros) emprestado do Corvette, passou pela mesa de operações, onde fez uma lipo valente (~120Kgs).
Juntando a este cocktail, temos um upgrade ao nível da travagem, com o patrocínio da carbo-ceramica da moda, e neste carro os amigos das caixas automáticas vão ter um dissabor, apenas está disponível com uma Tremec de 6 velocidades (manual).
Voltando ao motor, conhecido do Vette Z06 para mim é o prato forte do Z, alguns detalhes seguem abaixo...
Esta conjugação tem tanto valor para os Chevy fans, como as siglas ///M, RS, AMG têm para as respetivas marcas europeias.
Estes carros passam por um regime R/T, road & track ou seja são mais focados para a performance, sacrificando um pouco a racionalidade.
Este carro, utiliza o venerável bloco/motor LS7 (7litros) emprestado do Corvette, passou pela mesa de operações, onde fez uma lipo valente (~120Kgs).
Juntando a este cocktail, temos um upgrade ao nível da travagem, com o patrocínio da carbo-ceramica da moda, e neste carro os amigos das caixas automáticas vão ter um dissabor, apenas está disponível com uma Tremec de 6 velocidades (manual).
Voltando ao motor, conhecido do Vette Z06 para mim é o prato forte do Z, alguns detalhes seguem abaixo...
- Valvulas de admissão e bielas em titanio, valvulas de escape com sodium core
- Admissão trabalhada CNC
- Cambota e capas de biela em aço forjado
- High-lift camshaft
- 11.0:1 de taxa de compressão, e 7,000 rpm de redline.
- Lubrificação por cartér seco
Há specs deste Z28 que alguns carros de GT simplesmente não têm!
Quanto a preços, esqueçam, com um motor de 7L, em Portugal não deverá fazer o mínimo sentido...
Range Rover Sport - O Regresso do REI
Aplicando a nova linguagem estilística do Evoque, a Land Rover lança esta coisa linda e máscula, o Range Rover Sport!
Eu sou um dos que se divide entre o RR normal e o Sport, este último tem mais genes de SUV que do original Range Rover, e isto nunca é mau, aliás "you can't go wrong", escolhendo um deles, o RR tem um ar mais clássico e menos bling, o Sport é mais glamour e menos classicismo, é mais "in your face".
A mecânicas disponíveis são as seguintes:
-Diesel
*TDV6 - 258cv ; 3.0 - Biturbo
*SDV6 - 292cv ; 3.0 - Biturbo
*SDV8 - 339cv ; 4.4 - Biturbo 700Nm
-Otto
*V6 - 340cv ; SC
*V8 - 510cv ; SC
Ou seja o problema nunca vai ser a falta de pujança, independentemente do tipo de combustível que se escolha.
Ao nível de transmissão e para já apenas tenho conhecimento da ZF de 8 velocidades, sendo que honrando a veia off road do bicho, estarão disponíveis os clássicos bloqueios de diferencial para vencer os obstáculos fora de estrada.
Em termo de suspensões, temos amortecimento pilotado, e triângulos sobrepostos na frente, enquanto na traseira, contamos com o multilink...
Em suma, nada disto interessa, a não ser os 7 lugares e a estética brutal do animal, tudo somado é o Rei dos SUV's...
Ps.: o preço... pensando bem, neste carro é um pormenor sem interesse
sexta-feira, 22 de março de 2013
Audi A3 E-tron Concept - O futuro é amanhã!
O Audi E-tron, mistura as preocupações ambientais, com um rendimento muito saudável.
É um híbrido com um aspecto corrente, ou seja não tem aquele aspeto meio estranho do Lexus Ct200h ou de um Prius, tem um ar normal num A3, mas com pormenores futuristas.
Este concept combina o eficiente 1.4 TFSI de 150cv/250Nm com um motor elétrico de 104cv/330Nm!
As duas formas de propulsão trabalham em tandem, o eletrico até ás 1750rpm e o motor térmico daí em diante.
Como é que isto se traduz em numeros?
0-100: 7.6seg
Vmáx: 222Kmh
Consumo: 1.5L/100Km!
Em modo totalmente elétrico, o A3 atinge os 130Kmh e tem uma autonomia estimada de 50Km, sendo que tem instalado um interface Plug in para carregamento.
O sistema eletronico e o MMI fazem a gestão da potência e binário disponíveis, sendo que a potência máxima se fica pelos 204cv, quando teoricamente poderiamos ter cerca de 250cv!
Através do MMI podemos seleccionar os tres tipos de propulsão: elétrico, combustão interna ou híbrido deixando o sistema fazer a gestão total de acordo com as necessidades, o E-tron só foi projetado com a S-tronic de 6 velocidades.
Gosto desta visão do futuro, motores térmicos, com pequenos motores elétricos que ajudam nos consumos e a baixar as emissões no ciclo urbano... 35gr de Co2 por Km neste caso!
O futuro é amanhã, e parece-me bem!
quarta-feira, 20 de março de 2013
Test Drive - Volvo V40 CC D2! - Sporty Spice...
O que é:
- Volvo V40 CC D2
Para que serve:
- Subir passeios com estilo e soltar o Indiana Jones que há em nós
(mas só dentro da cidade!)
Sensação geral:
- Faz-nos sentir mais bonitos, a sério é tão giro e high-tech
(bolas agora parecia a pipoca)
Kms teste:
- 350
Percursos:
- 20%AE; 20%EN; 60%Cidade
Consumo testado:
- 5.9L/100
A sério sob pena de isto se tornar um daqueles tópicos da Pepa ou da Pipoca, o carro é mesmo engraçado.
A versão que me calhou em sorte, é identica à dos anuncios, naquele castanho metálico meio acobreado, jantes pretas e cromadas, tecto panoramico e estofos em pele brancos.
Já estão a ver a coisa!?
Pure gangsta style!
Os interiores são pure "Volvo porn", arrumadinhos e ergonomicos como uma aparelhagem NAD, os botões são poucos e as linhas suaves e minimalistas, a moca das mudanças está linda, transparente e retro iluminada.
Menção honrosa para o retrovisor, é um pormenor de bom gosto.
Os pormenores multicolores e os tons cobre dominam a experiência sensorial, há muita luz, cortesia do teto panoramico, mas o destaque vai mesmo para o painel de instrumentos!
O painel é em TFT, a informação está toda lá, o programa Eco vai-nos ajudando a seleccionar a mudança ideal, e mais uns gadgets engraçados como detetores de sinais de transito e os dados do CB.
A nossa unidade vinha equipada com o City-Safety que previne os acidentes a baixa velocidade, bem como radar e os sensores traseiros+camara que nos avisam ao sair do estacionamento, se há transito a circular na via!
Tal como indica o titulo, este CC é o D2 FWD, para já AWD só no T5, e pelas impressões tiradas com este 1.6 D de tracção frontal, tenho alguma curiosidade, em travar contacto mais intimo com algo mais espigado neste modelo.
O 1.6D cumpre com o esperado, em algumas situações e em zona óptima até surpreende um bocado pela energia de que dispõe, isto olhando para a potência disponível e o peso do carro.
A suspensão tem uma afinação firme, que ajuda quando nos encontramos em bom piso e com muitas curvas, foi neste cenário que o CC me surpreendeu a sério.
O carro gera muito grip, é bastante neutro e benigno, quanto mais abusarmos, mais ele nos compensa, longe de ser um desportivo, é um carro com uma dinâmica bastante saudável!
Com este motor, o V40 IJ sente-se como peixe na água na cidade, gasta pouco, é silencioso como se pretende num 4 cilindros diesel.
A parte da aventura não foi testada, mas honestamente algo me diz que os possíveis compradores não devem estar muito preocupados com isso, com os Pirelli Pzero com que vinha equipado, este CC não iria muito longe!
Num mercado normal, este carro tem tudo para ser o próximo carro pancada, ou carro da moda!
Tal como já foram o Mini, Scirocco, Qashqai and so on...
O Volvo V40 CC, combina uma dinâmica competente como um Mégane, uns interiores bem montados e bonitos que fazem envergonhar um Golf/Classe A, e uma estética arrebatadora que faz corar de vergonha um Qashqai/ASX/IX35...
Ou seja a única coisa que o pode impedir de ter sucesso, é mesmo o preço... Mas é bem mais giro que uma mala Chanel vintage!
terça-feira, 19 de março de 2013
Test Drive - Volvo V60 D4 Rdesign - Vestida para matar...
O que é?
-Volvo V60 2.0 D4 versão Rdesign
Para que serve?
-Abater kms em AE, e para a lufa lufa diária
Sensação geral?
-Sensual, poderosa e esforçada
Kms teste:
-900
Percursos:
- 70% AE ; 20% EN ; 10% Cidade
Consumo testado:
-6.5L/100
Consumo testado:
-6.5L/100
Bem vindos ao voo V60, sentem-se apertem os cintos...
Esta poderia ser a saudação ouvida sempre que entramos na carrinha do teste, mais à frente já vos digo o porquê!
Damn, a carrinha é bonita, em um ar sólido e esculpido, é a síntese do pragmatismo sueco, com alguma arte italiana à mistura, é engraçado como na Volvo criaram uma linguagem própria, fluida e agradável, daquelas que duram muito tempo no mercado sem precisar de alterações.
A versão Rdesign, tem um ar tuning, mas sem cair no exagero, duas saídas de escape bem generosas, e um tamanho geral que impõe respeito!
É interessante perceber os sorrisos e os olhares mais ou menos invejosos, que ela vai arrancando.
Os interiores são impecáveis ao nível da ergonomia, e o design Volvo é dos mais originais e bonitos do segmento, indo contra o cinzentismo reinante, simplesmente deliciosos.
Um reparo mínimo, a este nível seria de esperar as cortinas nas janelas traseiras, e algumas das dobradiças e parafusos poderiam estar mais escondidos.
Os primeiros momentos de condução são algo atípicos, temos de colocar o chip Volvo, a direção algo lenta e desmultiplicada requer habituação, mas tudo é intuitivo e fácil.
A caixa é leve e precisa, sendo que tal como se pretende neste tipo de carro, o feeling dos comandos é suave e pouco mecanizado, é como se houvesse um filtro entre a condução e a estrada, algo que não me choca neste carro, aliás é saudável!
As jantes de 18'' desta versão não ajudam muito na altura de absorver as irregularidades, mas vamos encarar como feitio e não defeito, somando isto à suspensão um pouco menos branda temos problemas quando circulamos sobre o piso um pouco mais degradado.
O outro lado deste compromisso vem quando temos estradas largas com bom piso, ou uma AE só para nós, e aí vem ao de cima o outro lado desta senhora sofisticada. Há pouco rolamento de carroçaria, e apenas uma obediência cega aos nossos inputs, não é perfeita, mas também não é o que se pretende, digamos que é mais sportier que a V60 normal, mas não é hardcore... É um compromisso.
Para mim o prato forte, e o melhor argumento desta versão a par da estética é o D4... Que motor!
Se fosse um pouco mais fléxivel aponta-lo-ia como referência do segmento, mas aquela preguiça antes das 1500rpm é fatal.
Ultrapassado este gap, o D4 tanto pode ser dócil e progressivo ou um bruto, depende da nossa vontade, mas tudo o que é feito, tem sempre uma banda sonora plena de personalidade, bolas aqueles 5 cilindros...
Quando aplicamos uma patada forte, ele responde com um urro gutural, quando já vamos lançados e puxamos por ele sentimos o assobio do turbo e os cinco cilindros a baterem descompassados, a exemplo do que acontecia no vetusto D5 do primeiro S60/V70.
A progressão em torno das 1500 rpm poderá não ser do agrado de todos, pela brusquidão, mas daí em diante a entrega é forte produzindo velocidade sem esforço aparente.
Como desejo de petrolhead inveterado, poderia ter sido feito um trabalho de escape mais profundo, para explorar ainda mais o ruido do cilindro extra.
Em suma, é uma proposta alinhada com os restantes premium, mas sem dúvida que é a mais original, pelo menos é a que mexe mais com a minha criança interior, não fica a dever muito ao trio alemão, e ainda lhes dá uma pequena lição ao nível da irreverencia.
Faz-me lembrar muito as Alfa 156/159 SW, só lhe falta a Catherine Zeta Jones lá dentro!
sábado, 9 de março de 2013
Porsche GT3 RS 4.0 v BMW M3 GTS v Mercedes C63 AMG Black Series. On stre...
Mito - Acessório de estilo...
Os Alfa Romeo, para mim são dos carros acessíveis ao comum dos mortais, os que apresentam mais personalidade. A Alfa mesmo na fase mais conturbada, não se coibia de fazer carros plenos de carácter, mesmo que depois tivessem algumas falhas graves.
Mas esses tempos já lá vão. Desde o 156 que a Alfa tem o toque de midas, tudo o que vem deste construtor, parece que é recebido pelo mercado com entusiasmo, e modelos como o GT, Brera, Spider, 159 tornam-se reconhecidos mesmo pelo crivo dos Alfisti como verdadeiros Alfa de corpo e alma. O Mito não foge a esta onda de sucessos, confesso que (como já o tinha dito no teste do 1.6 JTDm) não engracei logo com ele em foto, mas agora que já o conheço bem, há alguma verdade quando se diz, que a beleza interior muda a exterior de uma forma dramática… E o Mito que antes me levantava dúvidas ao nível estético, agora acho-o lindo…
A diferença…
Em termos estéticos então, é brutal a forma como este Mito que testámos nos atrai, é diferente de tudo o resto. A cor escolhida é um preto que de dia assume um tom mais claro, próximo da tonalidade de uma beringela, as máscaras dos faróis e farolins são cromados, jogando bem com os puxadores das portas. As jantes tem 18’’ e um design brutal com 3 raios duplos, mas embora estas jantes melhorem o aspecto do conjunto, em termos dinâmicos e para o meu gosto, acabam por não ser a melhor escolha.
La sensualitá
O espaço atrás é condicionado pela estética, mas é bom para duas pessoas, não há problemas de maior ao acomodar cadeirinhas para bebés, a única critica pode ser deixada ao curso do banco da frente em termos de rebatimento, de resto vão quatro ocupantes bem acomodados e com alta sensação de segurança, devido à altura da linha de cintura.
Em termos de equipamento, Blue & Me, comandos no volante, Ac Auto, Cruise-control, VDC, ASR, Q2, Hill-Holder, estão lá todos para ajudar e facilitar a experiência de condução.
Aos 17000kms este Mito não apresenta ruídos parasitas, e tem um ambiente, jovem, desportivo e diferente, o pormenor do tecido vermelho no tablier, é puramente italiano e de belo efeito.
As primeiras impressões do Mito não foram as melhores, o carro é muito “macio”, manso, a direcção é algo artificial e desligada, e o motor não parece ter 155cv…
Pois, isto foi antes de me aperceber que conduzia o Mito, na posição Normal do D.N.A, assim que premimos o comando para a posição D, tudo isto se inverte, a direcção torna-se viva, o motor responde com decisão à mínima solicitação e com um ronco rouco e inspirador, e o próprio carro parece ter uma atitude mais irrequieta e inquieta, tornando-se agitado como um miúdo hiperactivo.
Fiz uma utilização variada do carro, no modo N, ele é dócil e algo mortiço, com a direcção muito leve, mas fazendo uma condução pacata, conseguem-se consumos na casa dos 7L/100, passando ao modo D e usando todos os argumentos do 1.4TJet, os consumos superam os 10L/100, mas são andamentos muito vivos mesmo, e com velocidades muito para lá do razoável, com travagens no limite sempre com os “4 piscas ligados” (nas desacelerações mais violentas o Mito liga sempre os 4 piscas).
(Só um reparo, o sistema DNA é espectacular e eficiente, mas para mim, faria variar as definições todas menos a direcção, penso que se poderia pensar num sistema city para estacionar, mas em andamento normal, o peso da direcção nos modos N e A é leve demais e tem um feeling estranho…)
Metrossexualidade
É o prisma pelo qual meço o Mito. Tal como os Alfa no passado, os coupé Bertone, os Spider, Giulietta, Giulia e outros mais. Alguns exibiam mesmo nomes femininos, e um aspecto sensual e efeminado, mas em termos de condução e performance não haviam dúvidas eram “carros à homem”. Eu próprio tive um Alfasud Sprint Veloce, e consigo identificar algo dele neste Mito, o DNA Alfa está presente neste carro, mas retém algo de feminino, daí perceber aqueles que o classificam como carro de mulher, mas é por puro desconhecimento do que é o carro concretamente, é metrossexual, mas não se enganem ele é a imagem do Brad Pitt no filme "Fight Club", vocês percebem o que quero dizer!
Eu depois de travar conhecimento com ele, considero-o um metrossexual, depilado, com as unhas pintadas de verniz transparente e com o corpo bem trabalhado. Colocando-o contra os colegas de segmento: Corsa GSI, 207 GT, Ibiza e os outros todos, lá está ele distingue-se por ter aquele ar mais polido e bonito, e eu adoro-o por isso.
Sinceramente dei por mim a considerar a compra deste carro, tem espaço para os 3 cá de casa, a mala não compromete, e em modo N é um segmento B pacato, e competente, deixando a mulher e o míudo em casa, liga-se o D e vamo-nos divertir um pouco, sinceramente adoro a dualidade deste comportamento que a electrónica permite.
É o regresso da Alfa em grande ao segmento B, só eles sabem fazer carros assim…
Sinceramente dei por mim a considerar a compra deste carro, tem espaço para os 3 cá de casa, a mala não compromete, e em modo N é um segmento B pacato, e competente, deixando a mulher e o míudo em casa, liga-se o D e vamo-nos divertir um pouco, sinceramente adoro a dualidade deste comportamento que a electrónica permite.
É o regresso da Alfa em grande ao segmento B, só eles sabem fazer carros assim…
308 cc HDI - Memórias de um cabeleireiro
Peugeot 308CC 2.0 HDI SPORT – “Joie de vivre”
Por Fora

E mais um cabrio para juntar à lista… Devo confessar que o 308CC tem a terefa facilitada pelo menos num campo, o da estética. Nunca gostei muito do 307CC, por isso para o 308 ultrapassar o seu antecessor até seria fácil, mas ele não só o supera como se coloca juntamente com o Eos nos mais bonitos do segmento, sendo que o Peugeot tem mais alguma irreverência e pureza no design.
A imagem de família encontra-se na frente, a grelha é típica da Pug, com uma dimensões mais que generosas, e os faróis com aquele formato triangular, rasgado seguindo a direcção dos guarda lamas frontais. Consigo ver perfeitamente a frente do futuro RCZ decalcada deste 308cc.
Da frente para a traseira, quase que o 308CC assume um perfil de dois volumes, quase não havendo quebra entre o primeiro e segundo volumes, e a forma como a linha do tejadilho “viaja” para a traseira é bastante inspiradora… Ao contrário do anterior a traseira deste carro é muito bela, os farolins que no anterior eram algo estranhos e o restante da traseira era algo “morta”, neste novo, a cor branca com efeito pérola ajuda imenso, contrastando com o negro dos “extractor” e o vermelho dos farolins, bem colocados nos extremos, seguindo a direcção da lateral…
Este carro, branquinho quer esteja aberto ou fechado, gosta muito de chamar à atenção, quase como uma Carolina Patrocínio em formato de carro…
Por dentro…
Os interiores do CC são muito felizes, transmitem uma sensação de qualidade, e com um design perfeito. O maior cabrio da Peugeot, presenteia-nos com umas baquets nos lugares da frente, que nos proporcionam uma posição de condução perfeita, desportiva e com bastante apoio lateral, mesmo que este nunca venha a ser utilizado, ao menos está lá. O volante de três braços tem a posição perfeita em relação ao banco e existem regulações em profundidade e altura que ajudam a compor uma posição de condução bastante desportiva mesmo.
Aqui abro um parêntesis, porque a posição de condução acaba por diferenciar o 308 Cabrio dos restantes, como tem uns bancos diferentes, estes acabam por contribuir para a sensação de contacto com o carro, e acabam por nos colocar quase como parte do mesmo, algo que não se sente nos outros companheiros de segmento, por partilharem mais coisas com as berlinas, acabamos por nos sentir ao comando de uma berlina sem tecto, e aqui no Pug, as coisas são um pouco diferentes para melhor.
Assim como não encontramos um dos defeitos que menos gosto na Peugeot, que é a profusão de botões na consola, aqui as coisas estão bem melhores mesmo, e o preto piano, fica mesmo bonito neste interior… Nota positiva para a qualidade empregue na execução deste interior, qualidade percepcionada leia-se já que a outra é mais complicada de medir.
O interior é algo espaçoso, não há problemas em instalar cadeiras para crianças nos bancos traseiros, e como o miúdo adora andar de cabelos ao vento!
A capacidade da mala é muito boa em formato coupé, e de difícil acesso em formato cabrio… É um defeito frequente neste formato.
Ao volante
Ermmm Cabrios a diesel… Pois digamos que é algo que me fazia alguma confusão, aliás era um dos opositores desta fórmula, mas no conceito CC que é do Cabrio para todo o ano, um motor diesel por vezes torna-se uma necessidade. E já que é para ser a Diesel ao menos que venha o 2.0HDI 140cv, e cá está ele!
Ora bem primeiro o que é excelente e depois o que é bom…
A base do 308CC é das melhores que se pode ter pelo menos para a brincadeira, e aqui continua dinâmico e bom para curvar de forma mais agressiva, é daqueles que se tornam alegres por si mesmos, pelo pisar firmemente confortável, a frente obediente e decidida, e a traseira que vai seguindo tudo de primeira fila, sem reclamar muito e sempre bastante composta.
O motor HDI é competente e poupadinho, tudo bem que andei estes dias a sonhar com um V6 ou 2.0 ou mesmo um 2.5 a gasolina, mas o 2.0 140cv diesel não desilude é um motor sem poços nem zonas desfavoráveis, há ali um aumento de resposta por volta das 1800rpm e segue a puxar alegremente para lá das 4000rpm sem produzir muito ruído. Os consumos são uma agradável surpresa, os menos nervosos farão consumos abaixo dos 6L, mas eu pronto andei ali por volta dos 7, isto tem a ver com a facilidade com que ele imprime velocidade…
A direcção é leve e precisa, a caixa é 100% Pug, não tem um feeling mecânico, por vezes parece flutuar entre as mudanças e tem ali um ponto de resistência que por vezes acaba por resistir demais.
O CC fechado é um coupé autêntico, é como um tupperware com o seu fecho hermético, ruídos são quase inexistentes, e assim que se abre a tampa, os lugares da frente apresentam-se bem resguardados da deslocação do ar, visto estarmos bem envolvidos pelo pára-brisas.
Durante os dias que o tive, fui apelidado de “cabeleireiro”, “designer de interiores” e mais outras coisas desagradáveis, digamos que é um carro para homens sensíveis, porque é bonitinho demais para o gosto de um petrolhead.
Joie de vivre
É bom encarar este carro, com um carro capaz de fazer a lufa-lufa diária, trabalho, compras, ir buscar o miúdo à escola, passear romanticamente à beira mar… Isto tudo por um valor a rondar os 40mil €… Caro!? Penso que não, é um class-act este Pug, é um passo de gigante em termos dos cabrios franceses da geração anterior, materiais e completamente não há bugs (exceptuando os cintos que nos dão uma massagem aos ombros a velocidades mais aceleradas), a aproximação é tal que não sei como o Eos se sairia perante este novo adversário, quer dizer até sei, mas como também gosto do Eos não lhe vou fazer esta desfeita…
A alegria contagiante deste trabalhador, é um garante de bons momentos ao volante, e de termos carro para quase tudo…
É sempre assim, quando o meu filho faz muitas festinhas a um carro, acabo por gostar dele de uma forma ou de outra, mas não pensem que é desta que tiro o curso de cabeleireiro…
Por Fora
E mais um cabrio para juntar à lista… Devo confessar que o 308CC tem a terefa facilitada pelo menos num campo, o da estética. Nunca gostei muito do 307CC, por isso para o 308 ultrapassar o seu antecessor até seria fácil, mas ele não só o supera como se coloca juntamente com o Eos nos mais bonitos do segmento, sendo que o Peugeot tem mais alguma irreverência e pureza no design.
A imagem de família encontra-se na frente, a grelha é típica da Pug, com uma dimensões mais que generosas, e os faróis com aquele formato triangular, rasgado seguindo a direcção dos guarda lamas frontais. Consigo ver perfeitamente a frente do futuro RCZ decalcada deste 308cc.
Da frente para a traseira, quase que o 308CC assume um perfil de dois volumes, quase não havendo quebra entre o primeiro e segundo volumes, e a forma como a linha do tejadilho “viaja” para a traseira é bastante inspiradora… Ao contrário do anterior a traseira deste carro é muito bela, os farolins que no anterior eram algo estranhos e o restante da traseira era algo “morta”, neste novo, a cor branca com efeito pérola ajuda imenso, contrastando com o negro dos “extractor” e o vermelho dos farolins, bem colocados nos extremos, seguindo a direcção da lateral…
Este carro, branquinho quer esteja aberto ou fechado, gosta muito de chamar à atenção, quase como uma Carolina Patrocínio em formato de carro…
Por dentro…
Os interiores do CC são muito felizes, transmitem uma sensação de qualidade, e com um design perfeito. O maior cabrio da Peugeot, presenteia-nos com umas baquets nos lugares da frente, que nos proporcionam uma posição de condução perfeita, desportiva e com bastante apoio lateral, mesmo que este nunca venha a ser utilizado, ao menos está lá. O volante de três braços tem a posição perfeita em relação ao banco e existem regulações em profundidade e altura que ajudam a compor uma posição de condução bastante desportiva mesmo.
Aqui abro um parêntesis, porque a posição de condução acaba por diferenciar o 308 Cabrio dos restantes, como tem uns bancos diferentes, estes acabam por contribuir para a sensação de contacto com o carro, e acabam por nos colocar quase como parte do mesmo, algo que não se sente nos outros companheiros de segmento, por partilharem mais coisas com as berlinas, acabamos por nos sentir ao comando de uma berlina sem tecto, e aqui no Pug, as coisas são um pouco diferentes para melhor.
Assim como não encontramos um dos defeitos que menos gosto na Peugeot, que é a profusão de botões na consola, aqui as coisas estão bem melhores mesmo, e o preto piano, fica mesmo bonito neste interior… Nota positiva para a qualidade empregue na execução deste interior, qualidade percepcionada leia-se já que a outra é mais complicada de medir.
O interior é algo espaçoso, não há problemas em instalar cadeiras para crianças nos bancos traseiros, e como o miúdo adora andar de cabelos ao vento!
A capacidade da mala é muito boa em formato coupé, e de difícil acesso em formato cabrio… É um defeito frequente neste formato.
Ao volante
Ermmm Cabrios a diesel… Pois digamos que é algo que me fazia alguma confusão, aliás era um dos opositores desta fórmula, mas no conceito CC que é do Cabrio para todo o ano, um motor diesel por vezes torna-se uma necessidade. E já que é para ser a Diesel ao menos que venha o 2.0HDI 140cv, e cá está ele!
Ora bem primeiro o que é excelente e depois o que é bom…
A base do 308CC é das melhores que se pode ter pelo menos para a brincadeira, e aqui continua dinâmico e bom para curvar de forma mais agressiva, é daqueles que se tornam alegres por si mesmos, pelo pisar firmemente confortável, a frente obediente e decidida, e a traseira que vai seguindo tudo de primeira fila, sem reclamar muito e sempre bastante composta.
O motor HDI é competente e poupadinho, tudo bem que andei estes dias a sonhar com um V6 ou 2.0 ou mesmo um 2.5 a gasolina, mas o 2.0 140cv diesel não desilude é um motor sem poços nem zonas desfavoráveis, há ali um aumento de resposta por volta das 1800rpm e segue a puxar alegremente para lá das 4000rpm sem produzir muito ruído. Os consumos são uma agradável surpresa, os menos nervosos farão consumos abaixo dos 6L, mas eu pronto andei ali por volta dos 7, isto tem a ver com a facilidade com que ele imprime velocidade…
A direcção é leve e precisa, a caixa é 100% Pug, não tem um feeling mecânico, por vezes parece flutuar entre as mudanças e tem ali um ponto de resistência que por vezes acaba por resistir demais.
O CC fechado é um coupé autêntico, é como um tupperware com o seu fecho hermético, ruídos são quase inexistentes, e assim que se abre a tampa, os lugares da frente apresentam-se bem resguardados da deslocação do ar, visto estarmos bem envolvidos pelo pára-brisas.
Durante os dias que o tive, fui apelidado de “cabeleireiro”, “designer de interiores” e mais outras coisas desagradáveis, digamos que é um carro para homens sensíveis, porque é bonitinho demais para o gosto de um petrolhead.
Joie de vivre
É bom encarar este carro, com um carro capaz de fazer a lufa-lufa diária, trabalho, compras, ir buscar o miúdo à escola, passear romanticamente à beira mar… Isto tudo por um valor a rondar os 40mil €… Caro!? Penso que não, é um class-act este Pug, é um passo de gigante em termos dos cabrios franceses da geração anterior, materiais e completamente não há bugs (exceptuando os cintos que nos dão uma massagem aos ombros a velocidades mais aceleradas), a aproximação é tal que não sei como o Eos se sairia perante este novo adversário, quer dizer até sei, mas como também gosto do Eos não lhe vou fazer esta desfeita…
A alegria contagiante deste trabalhador, é um garante de bons momentos ao volante, e de termos carro para quase tudo…
É sempre assim, quando o meu filho faz muitas festinhas a um carro, acabo por gostar dele de uma forma ou de outra, mas não pensem que é desta que tiro o curso de cabeleireiro…
quinta-feira, 7 de março de 2013
Stars from Geneva
O salão de Genebra, é um dos mais importantes do mundo automóvel.
Abaixo dou os meus destaques, se estão à espera de algo sensato, passem à frente!
1.
O que se pode dizer acerca desta obra de arte?
É lindo, tem uns números avassaladores, torna o Veyron um embaraço, é híbrido...
É o tipo de carro que me faz gostar de carros!
2.
E vivam as coques em carbono!
O P1 não é tão bonito como o LaFerrari, mas tem um nome mais masculino!
Aliás eles partilham tanto, é fantástico que estes dois surjam no mesmo tempo e espaço.
A guerra nas pistas, passa para o mercado de produção, estou em pulgas para os ver em confronto.
3.
O Ferrari junior...
Até que enfim Alfa Romeo!
Já há muito que os alfistas esperavam por isto, e depois de um 8c que não era mais que um travesti, eis que a Alfa tira da cartola um carro com características e specs espetaculares-
Coque em carbono, 895Kgs de peso, 240cv e caixa auto dupla embraiagem.
O preço será entre os 55/65K€ e adivinham-se tempos complicados para a concorrência!
Abaixo dou os meus destaques, se estão à espera de algo sensato, passem à frente!
1.
O que se pode dizer acerca desta obra de arte?
É lindo, tem uns números avassaladores, torna o Veyron um embaraço, é híbrido...
É o tipo de carro que me faz gostar de carros!
2.
E vivam as coques em carbono!
O P1 não é tão bonito como o LaFerrari, mas tem um nome mais masculino!
Aliás eles partilham tanto, é fantástico que estes dois surjam no mesmo tempo e espaço.
A guerra nas pistas, passa para o mercado de produção, estou em pulgas para os ver em confronto.
3.
O Ferrari junior...
Até que enfim Alfa Romeo!
Já há muito que os alfistas esperavam por isto, e depois de um 8c que não era mais que um travesti, eis que a Alfa tira da cartola um carro com características e specs espetaculares-
Coque em carbono, 895Kgs de peso, 240cv e caixa auto dupla embraiagem.
O preço será entre os 55/65K€ e adivinham-se tempos complicados para a concorrência!
quarta-feira, 6 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Houston we have a problem - Brabus 800 roadster
800cv... 1420Nm/2100rpm... 2,2t de peso
Com estes números, dificilmente alguém apostaria, que pertencem a um roadster, mas não é um roadster qualquer...
Há uma marca nos confins da Alemanha que acredita, que os Mercedes e principalmente os AMG, não são particularmente potentes, e se até à uns anos falávamos em carros (os AMG) que andariam ali entre os 300/400cv, agora os AMG andam entre os 400/600cv, por isso...
Estão a ver o problema.
Se querem descobrir os mais de todos os segmentos, mais potentes, mais velozes, etc, é normal ver um Brabus nos lugares cimeiros, e são carros luxuosos, confortáveis e rápidos... Muito rápidos!
De seguida ficam os números e fotos do Brabus 800, e se o SL não é bonito, o Brabus não melhora as coisas...
0-100: 3.7s
0-200: 9.8s
Vmáx: 350 Kmh (limitado)
Pot/rpm: 800/5500 rpm
Bin/rpm 1100/2100 (limitado)
Peso: 2200 kgs
Com estes números, dificilmente alguém apostaria, que pertencem a um roadster, mas não é um roadster qualquer...
Há uma marca nos confins da Alemanha que acredita, que os Mercedes e principalmente os AMG, não são particularmente potentes, e se até à uns anos falávamos em carros (os AMG) que andariam ali entre os 300/400cv, agora os AMG andam entre os 400/600cv, por isso...
Estão a ver o problema.
Se querem descobrir os mais de todos os segmentos, mais potentes, mais velozes, etc, é normal ver um Brabus nos lugares cimeiros, e são carros luxuosos, confortáveis e rápidos... Muito rápidos!
De seguida ficam os números e fotos do Brabus 800, e se o SL não é bonito, o Brabus não melhora as coisas...
0-100: 3.7s
0-200: 9.8s
Vmáx: 350 Kmh (limitado)
Pot/rpm: 800/5500 rpm
Bin/rpm 1100/2100 (limitado)
Peso: 2200 kgs
Fiat Multipla - Quem feio ama...
Este é um daqueles modelos que só se pode amar ou odiar profundamente!
O campo da controvérsia é só um, a estética!
Bem, não sei bem definir, é um cruzamento entre um aquário e um porco, mas tem personalidade a rodos.
Basta olhar uma vez para ela e perceber, está aqui um clássico, tem aquele flair do anti-herói.
De resto, estamos a olhar para um Fiat Bravo/Brava I tranvestido, 6 lugares e uma mala razoavelmente boa.
A nível de interiores os materiais não convencem, a montagem também não, mas who cares, há personalidade, tecido no tablier e vários alçapões e compartimentos para guardar, telemoveis, chaves, livros, etc.,...
Os motores eram o 1.6 16v e o 1.9JTD que eram usados em toda a gama FIAT, e é muito confortável, de uma forma que já não se usa hoje!
Em suma, eu vou comprar uma :)
Ps.: Para mim a Multipla é a MkI, aquela segunda coisa sensaborona não me faz cócegas...
O campo da controvérsia é só um, a estética!
Bem, não sei bem definir, é um cruzamento entre um aquário e um porco, mas tem personalidade a rodos.
Basta olhar uma vez para ela e perceber, está aqui um clássico, tem aquele flair do anti-herói.
De resto, estamos a olhar para um Fiat Bravo/Brava I tranvestido, 6 lugares e uma mala razoavelmente boa.
A nível de interiores os materiais não convencem, a montagem também não, mas who cares, há personalidade, tecido no tablier e vários alçapões e compartimentos para guardar, telemoveis, chaves, livros, etc.,...
Os motores eram o 1.6 16v e o 1.9JTD que eram usados em toda a gama FIAT, e é muito confortável, de uma forma que já não se usa hoje!
Em suma, eu vou comprar uma :)
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Os melhores stands do mundo
Estas duas casas, são o sítio ideal para começar os nossos devaneios Euromilionários...
http://www.alainclass.com/home
http://www.autosalon-singen.de/
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